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Pasárgada Editar

Micronação lusófona fundada por Bruno Cava, José Borrás, Igor Ravasco, Leonardo Carrion, Luciana Andrade, Rafael Figueira, Sérgio Schuller e Vitor Almeida de Bourg em 07 de abril de 2001.

Em seu Ato de Fundação, assumiu os valores do humanismo, liberdade de expressão, democracia, pluralismo e paz intermicronacional.

Seus símbolos maiores são:

  • b) a bandeira azul e branca, eleita a mais bela da Lusofonia, representando os louros da sabedoria e sete estrelas que correspondem aos sete cantões originais, e

Bandeira Pasárgada

  • c) o brasão nacional, no mesmo tema do pavilhão.

Governo Comunitário de Pasárgada


Optou, primeiramente, pela reivindicação virtualista das Ilhas Vanuatu, no Oceano Pacífico, da qual se inspirou para nomear as unidades político-administrativas: Éfaté, Espírito Santo (atual Icária), Inverness, Épi, Macunaíma, Santa Maria e Aniwa. Em agosto de 2001, com a Lei do Territorio, suprimiu as reclamações virtualistas e eliminou os factóides do relato oficial de sua história, tornando-se uma micronação afinada com o derivatismo, o realismo e o existencialismo, nas respectivas traduções micronacionais.

Os sete cantões foram reduzidos a três - Inverness, Éfaté e Espírito Santo - em agosto de 2001, após plebiscito nacional. Em 2002, Espírito Santo foi rebatizado pelos cidadãos como Icária. Em janeiro de 2004, em decisão unânime do Parlamento, Sloborskaia passou a ser o quarto cantão da micronação, após o processo de unificação com a República Socialista de Sloborskaia. Em outubro de 2004, foi criado o Cantão de Cenit, uma reivindicação da crescente comunidade hispanofona, após plebiscito nacional.

O sistema cantonal assegura a heterodoxia do micronacionalismo pasárgado, criando espaços de autonomia para que formas alternativas ou dissociadas da política nacional possam florescer e se desenvolver. Cada cantão evolui com seus próprios pressupostos, em culturas ímpares. A unidade na pluralidade é a base do esquema federativo da micronação.

A Comunidade Livre desde cedo sempre foi um sólido e maduro estado democrático de direito, inexistindo a formação de cúpulas ou patotas dominantes. Não houve, desde a fundação, qualquer ruptura da ordem constitucional e nem tentativa real de golpe de estado ou secessão, revelando o espírito legalista dos pasárgados. O maior valor da cultura política tem sido, sem dúvidas, o pluralismo políticos, valendo a tolerância recíproca pelas muitas ideologias e programas que foram pregados na história comunitária. O estado é laico e todos os credos são permitidos, como o anti-fideísmo da Associação Pagã de Moços (APM) e da Sacra Goliae Conphraternita, que faziam notória sátira do cristianismo.

A sociedade pasárgada sempre tendeu a um realismo micronacional, cultivando poucos virtualismos, especialmente após a virada de agosto de 2001, quando foram eliminadas as referências a território físico e factóides "históricos". No dia 11 de agosto comemora-se o Dia da Extirpação dos Virtualismos. Não obstante, não há lei de proibição do virtualismo, havendo movimentos esporádicos em prol de um maior matiz virtualista na cultura pasárgada, destacando-se nesta tendência Icária e Inverness. A mescla de elementos virtualistas e realistas é componente da pluralidade cultural que grassa a micronação.

Nas relações exteriores, Pasárgada foi uma das poucas micronações lusófonas a romper a alienação e isolamento perante o extenso mundo micronacional, tendo mantido proveitosos contatos diplomáticos com micronações de oito grupos lingüísticos e múltiplas culturas e modos de ser, com presença ostensiva em ligas e eventos intermicronacionais. Um mês após a fundação, a micronação já mantinha relações bilaterais com 57 outras micronações. Em julho de 2001, ultrapassou a primeira centena e na virada para 2002 já contava 200 contatos e reconhecimentos múltiplos com micronações estrangeiras. A assimilação de outros paradigmas micronacionais, enriquecendo a cultura local, foi fundamental para que Pasárgada aprendesse seu próprio caminho sem copiar simplesmente os padrões da antiga Lusofonia, muito apegada ao modo de ser do tronco reunião-portoclarense.

Majoritariamente, Pasárgada é uma micronação lusófona. Contudo, é um raro exemplo de micronação que não impediu a associação de não-lusófonos. Em 2002, o primeiro a chegar foi Cody Williams, texano que participava de setor anglófono conhecido como Apollo Sector. No mesmo ano, o belga Sander Dieleman tornou-se cidadão, após tratado de dupla-cidadania ser firmado com sua micronação de origem, Pacary, gerando uma polêmica que culminou no primeiro abandono de fundador, Sérgio Schuller. Em 2003, o peruano Mauricio Villacrez foi o primeiro hispanófono a adquirir a cidadania pasárgada, ao que se seguiram vários hispanófonos, formando o embrião do que viria a ser o Cantão de Pacífica, formalizado no segundo semestre de 2004. Além da questão da origem, os pasárgados estão espalhados pelo globo, residindo em, pelo menos, 7 países: Argentina, Brasil, Cabo Verde, Portugal, Estados Unidos, Canadá e Peru.

O multiculturalismo pasárgado é o maior bem da micronação.

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