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Primeira casa hegemônica de Pasárgada, com um de seus cidadãos mais influentes, o micronacionalista Bruno Cava. Chegou a ser chamada de "Poderosa CorPas".

Obteve maioria parlamentar durante 18 meses seguidos, entre julho de 2002 até dezembro de 2003 e novamente a partir de junho de 2008.

Em meados de 2002 até 2004, travava batalhas políticas com a ainda ativa CMP. Dizem alguns micropatriologistas que a CorPas era uma progressista, pela busca por inovações dentro do da tese do Realismo enquanto a CMP era conservadora e defendia a volta ao virtualismo.

Breve Cronologia da CorPas Editar

2001: A fundação. http://br.groups.yahoo.com/group/pasargada/message/4768

2002: A Chegada ao poder. A CorPas elege o Primeiro-Ministro Leonardo Carrion, que, com problemas ideológicos com outros membros, renuncia e deixa o país na famosa crise de agosto.

Após a crise de agosto, a Casa Coração Pasárgado emerge como grande força política, através da ideologia do Pasargadismo e, para fomentar a diversidade ideológica, aceita confiar ao cargo de Primeiro-Ministro, Daniel Lunardi, da CMP.

2003: O Auge. Daniel Caires se torna Primeiro-Ministro pela CorPas ainda nos últimos dias do ano anterior e governa até março, quando o grande estadista da história da CorPas chega ao poder, Bruno Cava, que governa o país até dezembro, naquele que até hoje é considerado o mais marcante governo de Pasárgada, responsável por fincar as bases ideológicas do país até os dias atuais.

2004: A crise. Com a CMP dominando o cenário político no primeiro semestre e a AFP em crescimento, a CorPas passa por um grande desgaste, tendo dificuldade para se reciclar.

2005, 2006, 2007: O ostracismo. Em 2005, a CorPas encerra suas atividades, formando um cenário onde a CMP se considerava enfim vencedora da disputa ideológica. Nestes três anos, os antigos membros da CorPas e da AFP passam a ser sistematicamente boicotados pela força hegemônica da CMP, principalmente após a saída de Pasárgada de Bruno Cava, Felipe Aron e da independência de Sloborskaia.

2008: O ressurgimento Antigas lideranças da CorPas e da AFP se uniram para refundar a Casa Coração Pasárgado sob a bandeira da inovação tecnológica e do novo pasargadismo.

Atuais Membros da CorPas Editar

André Cyranka - Diretor
Filipe Sales - Vice-Diretor
Felipe Aron - Porta-Voz
Andresa Cortês
Bruno Cava
Carlos Góes
Cristiano Ritta
Daniel Caires
Felipe Gelme
Guilherme Pagel
Gustavo Otto
Leandro Luiz
Raphael Garcia
Raquel Levy
Vinícius Dias
Yuri Ghenov

Carta de Refundação de 2008 Editar

1 - O LEGADO DA CASA CORAÇÃO PASÁRGADO

A história da Casa Coração Pasárgado, fundada em quatro de setembro de 2001 é um a história de batalhas contra o micronacionalismo conservador, baseada em ideais claros de modernização de Pasárgada e do micronacionalismo. Reivindicamos esta luta liderada travada contra o micronacionalismo de personagens, de factóides, de reis emplumados e nobres com pompa e discursos vazios. Em seu lugar, propomos o micronacionalismo da cidadania, da identidade nacional construida por cidadãos comuns, livres, seres políticos.

Reivindicamos também a história de um dos partidos mais importantes da história nacional, a Aliança Federalista de Pasárgada, que cumpriu seu papel de modernizar a estrutura política do país quando esteve no poder. São realizações da Aliança Federalista a transformação do Ministério da Educação e Cultura em um fórum livre para a sociedade civil em suas manifestações culturais, da criação de uma assembléia nacional, abrindo oportunidade dos cidadãos dialogarem diretamente com o governo.

2 - DEFESA DO REALISMO

A extirpação dos virtualismos, ocorrida em oito de agosto de 2001 é festejada na Casa Coração Pasárgado como um marco de amadurecimento do micronacionalismo pasárgado. Não mais baseando o país em mapas fictícios, em histórias fictícias. Não mais os nossos cidadãos inventando identidades fictícias, tornando o micronacionalismo um grande teatro infantil sem qualquer função social. A defesa do realismo proclama que somos uma sociedade de pessoas reais formando as estruturas de um Estado que utiliza os benefícios da Internet como meio de comunicação, não descartando encontros reais e interação real entre os cidadãos.

O realismo faz do micronacionalismo um desafio intelectual e social, onde hábitos são cultivados com naturalidade, onde a política se faz em praça pública, onde todo cidadão tem oportunidade de ser empreendedor e político, dispondo de suas habilidades reais.

3 - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

O micronacionalismo lusófono surgiu na internet na segunda metade dos anos 90. As principais micronações se consolidaram em meados do triênio 1999/2000/2001, utilizando ferramentas como a lista de e-mails do Yahoo e o site com formulários para pedido de cidadania. Até hoje, quase uma década depois, as micronações continuam existindo com os mesmos métodos. A Internet evoluiu muito e o micronacionalismo não. A consequência foi a decadência de várias micronações, não desejamos o mesmo para Pasárgada!

Nós defendemos inovação tecnológica. Utilização de videos, blogs, fotologs, recursos de audio, boards como recursos centrais de comunicação e interação dentro de Pasárgada. Não como apenas entretenimento ou cumprindo um papel secundário, deixando o papel principal para a obsoleta, inflexível e impessoal lista de e-mails, da forma como muitas micronações e partidos propõe. Nesse quesito, somos os pioneiros no micronacionalismo lusófono, assim como fomos os pioneiros do micronacionalismo realista.

4 - NACIONALISMO COMO BASE IDEOLÓGICA

Pasárgada não é um jogo. Não é uma brincadeira. É um país! Se você se empolgar no micronacionalismo pasárgado, ele irá fazer resultado em sua vida, melhorará seu jeito de escrever, irá colocá-lo em situações de decisão, de discussão política, de organização nacional, de criação de projetos. O cidadão transforma Pasárgada e Pasárgada transforma os cidadãos, por este motivo, defendemos o fortalecimento da identidade nacional. Os cidadãos se identificam com sua obra. A cidadania que exercem em Pasárgada os tornam diretamente responsáveis pela Comunidade.

Somos nacionalistas e defendemos Pasárgada. Defendemos nosso país porque somos parte dele, porque sua existência depende de nós e por sua existência crescemos como pessoas, encontramos o companheirismo as adversidades, a troca de idéias e aprendemos a tolerância. Defendemos Pasárgada porque nós somos Pasárgada.

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