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A Crise de Agosto Editar

A Crise de Agosto, que a história pasárgada também chama de "Êxodo", foi a primeira grande crise que Pasárgada passou depois de 1 ano e 4 meses de existência, e se deu em linhas gerais como um amontoado de ressentimentos acumulados por alguns dos fundadores que, ainda presos a realidade reuniana, estavam descontentes com as características anti-personalistas da Comunidade Livre. José Borrás desde a fundação quis assumir o posto de "paizão" de Pasárgada, mais ou menos da mesma forma que o Imperador de Reuniao. Hoje é claro para todos que ele nunca conseguiria seguir deste modo, mas na época isto não era um conhecimento partilhado por todos. Hoje há um cantão monarquista, na figura da Majestade Real Leonardo Fernandes. O dia que Leonardo Fernandes achar que é a personificação do cantão, não possuirá mais súditos, pois essa não é alma pasárgada. Pasárgada não precisa de ninguém para ser o que é. Ela precisa de um povo que trabalhe unido por um ideal de igualdade e convivência democrática, e enquanto houver isso nossa nação sempre brilhará mais e mais.

Este era o cenário político de então, com o complemento da figura da CorPas possuindo o domínio político da nação e tendo as Casas Sem Fronteiras e Popular unidas neste coalizão que era nada mais, nada menos que a oposição a CorPas.

Um momento deu-se que, Bruno Cava e Leonardo Carrion, as duas maiores exponências políticas da nação, entram em um debate que torna-se acalorado o bastante para transformar-se em briga e logo mais já tinha se tornado em uma batalha de ofensas e ataques pessoais sem precedentes desde a segunda guerra civil portoclarense. Estranho é notar que os dois faziam parte da mesma CorPas na época e o debate, que era essencialmente e inicialmente político, não coube somente na lista daquela Casa e estrapolou seus limites para a lista nacional, e conseqëntemente, para a caixa de mensagem de todos os cidadãos pasárgados. O final deste entrave culminou com a saída de Leonardo Carrion de Pasárgada e do micronacionalismo. Por diversas vezes pasárgados tentaram fazê-lo retornar ao convívio micronacional, mas tudo indica que se ele voltou, foi disfarçado de algum paple por aí, mas minha intuição me diz que ele se desinteressou mesmo. Luciana Andrade, outra fundadora, deixou Pasárgada e o micronacionalismo nesta mesma época desanimada pelos mesmos motivos.

Esse triste incidente foi o motivo que bastava para a ala descontente de Pasárgada declarar-se fora do "sonho pasárgado" declarando inclusive que este tinha se tornado um "pesadelo" para eles. José Borrás, Victor de Bourg, Sérgio Schüller, Lincoln Cid e Soraya Lobão deixaram Pasárgada e menos de uma semana depois já haviam fundado Andorra Imperial, que hoje tenta respirar através dos aparelhos da Confederação Ibero-Americana, com Orange e Marajó.

É muito importante mencionar que na nossa lusofonia, uma das práticas mas batidas que se tem notícia é a união de estados independentes numa confederação com a finalidade de somar recursos humanos indisponpiveis em cada nação isoladamente. este é um meio que qualquer um com um pouco de bom senso sabe que não dá certo. Ou micronações se juntam em UMA micronação ou declaram seu fim logo de uma vez, porque neste esquema de confederação o ego de cada micronação ainda aflora muito mais que a vontade de trabalhar em conjunto e se despojar de soberania em prol da felicidade coletiva. Pasárgada fez parte (e ainda faz juridicamente falando) da Comunidade Lusófona, que NÃO tinha a intenção de ajudar países a sobreviver, e mesmo assim ela não vingou, mesmo com uma proposta louvável e inovadora na lusofonia, que eu espero um dia ver concretizada.

Um detalhe interessante da história efatense: José Borrás e Victor de Bourg eram os príncipes do sistema de co- principado de Éfaté nesta época. De Bourg estava desenvolvendo o site efatense neste período, e ele estava praticamente terminado inclusive. Na saída dos dois para a fundação de Andorra, tivemos a honra de receber a seguinte mensagem dele aqui nesta mesma lista: "Saio e levo o site comigo. Façam melhor se puderem."

Esta lamentável atitude rendeu a Éfaté uma coisa que creio que só os efatenses possuem: RUÍNAS!!! O esqueleto mal acabado do site efatense de De Bourg persiste em meu poder até hoje, e temos uma genuína ruína micronacional, do nosso espaço efatense que foi destruído por um Nero enlouquecido antes de abandonar a pátria amada. O endereço dele, que um dia espero vê-lo em algum museu é http://www.pasargada.org/_acervo_/efate